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Três em cada 10 brasileiros não recomendam a última empresa em que trabalharam
Pesquisa da empresa de tecnologia SoluCX mapeou a experiência dos funcionários em companhias brasileiras
Por Exame | Tempo de leitura: 2 min
(phototechno/Thinkstock)

Pense na última empresa em que você trabalhou, você a recomendaria para um colega ou familiar? Se a resposta for não, você não está sozinho. Segundo uma pesquisa da empresa de tecnologia SoluCX, que ouviu 1.697 pessoas, três em cada dez profissionais brasileiros são detratores do último trabalho que tiveram.

O estudo, batizado de A experiência do colaborador no Brasil, utiliza a métrica do eNPS (employee net promoter score), uma versão para os funcionários do NPS (net promoter score), que indica o grau de satisfação de um cliente com uma empresa.

Entre os ouvidos, apenas 39,9% deram notas de recomendação que os classificariam como promotores da antiga empresa. Outros 32,6% deram pontuações que os colocam como detratores e, por fim, 27,5% são neutros em relação ao ex-empregador.

Experiência do funcionário ainda é um tema desconhecido

O estudo da SoluCX se debruça sobre um tema que está na pauta de boa parte dos profissionais de Recursos Humanos: a experiência dos funcionários (do inglês employee experience).

O conceito, importado do marketing, defende que assim como as empresas se esforçam para encantar os seus clientes, as organizações devem se preocupar com a jornada dos seus funcionários para garantir o engajamento do time.

Na prática, porém, além de pouco felizes com a experiência dos seus últimos empregos, os profissionais também desconhecem o termo: 72% dos brasileiros nunca ouviram falar de “experiência do colaborador”.

O excesso de trabalho e acúmulo de função estão entre os principais motivos que tornaram a experiência anterior negativa (25,5%). Em seguida vem a baixa remuneração (24,5%) e as promessas não cumpridas (13,2%).

(Solucx/Divulgação)
Brasileiros querem mudar de emprego

A pesquisa também mostrou que a maioria dos brasileiros quer mudar de emprego atualmente, com 61,7% expressando a vontade de pedir demissão da empresa atual.

Nesse contexto, o home office pode ser um elemento de atração ou retenção dos profissionais que as empresas devem prestar atenção em meio aos mandatos de retorno obrigatório ao escritório.

Isso porque, segundo o estudo, 81% dos trabalhadores gostariam de trabalhar em regime de home office. Outros 18% também dizem que ter a possibilidade de trabalhar remotamente é um motivador para trocar de emprego.

(Solucx/Divulgação)

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