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Para maioria dos executivos, pandemia influenciou no surgimento do ‘quiet quitting’
Pesquisa da startup HR First Class também mostrou que mais da metade dos líderes dizem que a tendência já é uma realidade nas empresas
Por Exame | Tempo de leitura: 2 min
(foto/Getty Images)

Quase um ano após um vídeo viralizar no TikTok com um jovem dizendo para profissionais adotarem o ‘quiet quitting’ (proposta de trabalhar conforme a remuneração recebida) e fazerem o mínimo no trabalho, a tendência continua sendo motivo de discussão e preocupação entre os profissionais de RH.

Segundo uma pesquisa realizada pela startup de gestão de pessoas HR First Class, que ouviu 500 líderes de RH e C-Levels, mais da metade dos executivos acreditam que o quiet quitting já é uma realidade nas empresas.

Entre eles, 8,6% diz que a tendência é um movimento concreto dentro da organização e outros 43,9% afirmam perceber a tendência, mas sem um impacto direto no dia a dia. Outros 47,5% dizem que não identificaram a prática entre os funcionários.

A pandemia também foi um fator apontado pelos executivos para o surgimento do quiet quitting, com 56,8% dos líderes afirmando que a crise sanitária agravou casos de saúde mental e levou profissionais a estabelecerem limites no volume de trabalho.

O levantamento também indicou que 54% dos entrevistados conheciam a tendência mundial apenas de maneira superficial. Nessa mesma questão, 23,7% disseram conhecer amplamente o assunto e 22,3% desconheciam o que era o quiet quitting.

Quiet quitting e saúde mental

Uma parcela grande dos executivos 54,3% acredita que entre 50% a 70% dos profissionais adotam o quiet quitting para manter a saúde mental. Outros 18% acreditam que entre 80% e 100% dos funcionários adotam a postura para manter o equílibrio emocional e apenas 8% afirmam que menos de 20% deve adotar o comportamento por questões psicológicas.

“O mundo mudou e a cultura da empresa também deve mudar. Os executivos devem estar atentos as mudanças de comportamento da sociedade”, declarou Lucas Nogueira Diretor Regional da Robert Half, durante a apresentação dos resultados da pesquisa na 17ª Edição do HR First Class, evento que reuniu mais de 50 líderes de RH e executivos de alta gestão.

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