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Mulheres são as preferidas para comandar, diz estudo
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Exame

No mundo todo, as pessoas preferem ser comandadas por mulheres. É o que aponta uma pesquisa da Ketchum divulgada nesta terça-feira.

O estudo está na sua terceira edição e contou com 6.509 respondentes de 13 países, inclusive o Brasil. Eles tiveram que indicar quem eles acreditam se sair melhor em uma série de atributos na hora de chefiar e as mulheres saíram na frente em cinco dos seis pontos.

No quesito liderança pelo exemplo, 57% apontaram que as líderes do sexo feminino têm um melhor desempenho, enquanto 43% citaram os homens. Sessenta e dois por cento disseram que elas se comunicam de forma aberta e transparente, enquanto 38% deram o crédito para eles.

Já em relação a reconhecer os erros, as mulheres foram lembradas por 66% e os homens por 34% dos pesquisados. Trazer à tona o que os outros têm de melhor também foi considerada uma característica feminina por 61% dos ouvidos, contra 39% que a atribuíram ao sexo masculino.

Os homens se deram melhor em duas características: a capacidade de tomar decisões difíceis (63%, contra 37%) e o desempenho como guia para os desafios dos próximos cinco anos (54% ante 46%).

“Crise” de liderança

De um modo geral, as pessoas andam decepcionadas com seus líderes, segundo a pesquisa. Nesse cenário pessimista, aqueles que estão à frente de empresas são os mais admirados. Porém, somente 29% dos respondentes acreditam que eles lideram bem, contra 34% que tinham a mesma opinião dois anos atrás.

Além disso, apenas 42% dizem que os líderes empresariais atuam dentro das expectativas, 35% os consideram comunicadores eficazes e só um terço (33%) afirma que eles têm valores claros.

No Brasil

Por aqui, 75% dos respondentes declararam que se comunicar bem é extremamente importante para uma boa liderança, mas só 41% deles dizem que seus líderes têm essa capacidade. Isso representa uma lacuna de 34% entre expectativa e realidade.

Considerando-se apenas os líderes empresariais, 39% dos brasileiros dizem que eles são bons comunicadores, uma queda de 10% em relação ao ano passado.

O levantamento também descobriu que a percepção das pessoas sobre os comandantes de empresas influencia na decisão de compra, no Brasil. Entre os ouvidos, 63% disseram que adquiriram menos produtos e serviços de uma marca por considerarem negativa a atuação dos líderes da companhia (ante 50% globalmente) e 68% (contra 45% no mundo todo) pararam de comprar pelo mesmo motivo.

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