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Geração Z já lidera níveis de estresse e se torna a que mais registra burnout; aponta estudo

Estudo mostra alta de estresse entre jovens e aponta limites saudáveis como chave para produtividade
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(Imagem gerada por IA)

Por Trainee

A Geração Z passou a liderar os níveis de estresse no trabalho e também se tornou o grupo com maior incidência de burnout, segundo o estudo Panorama do Bem-Estar Corporativo 2026. O levantamento indica que o aumento do esgotamento profissional tem sido mais intenso entre trabalhadores mais jovens, especialmente aqueles que estão iniciando a carreira em ambientes com alta cobrança por desempenho e adaptação rápida.

De acordo com os dados, 55% da Geração Z e dos millennials relatam níveis crescentes de estresse ao longo do tempo, percentual superior ao observado em gerações mais antigas. Entre profissionais da Geração X, o índice é menor, enquanto entre baby boomers o número cai ainda mais, indicando que o impacto emocional tem sido mais forte entre os mais jovens no mercado de trabalho.

O estudo também aponta que o burnout deixou de ser um fenômeno pontual e passou a fazer parte da rotina corporativa. Quase 40% dos profissionais afirmam sentir sintomas de esgotamento ao menos uma vez por semana, enquanto nove em cada dez trabalhadores relataram ter apresentado sinais de burnout no último ano, evidenciando um cenário de desgaste emocional generalizado nas organizações.

Especialistas indicam que o fenômeno é mais intenso entre jovens porque essa geração costuma ingressar no mercado em ambientes mais dinâmicos, com metas agressivas, pressão por resultados e necessidade constante de aprendizado. Ao mesmo tempo, a Geração Z tende a valorizar mais equilíbrio entre vida pessoal e profissional, o que aumenta o impacto quando encontra rotinas consideradas excessivas ou pouco flexíveis.

O cenário reforça a importância de empresas adotarem estratégias voltadas ao bem-estar corporativo, com lideranças mais preparadas, jornadas sustentáveis e políticas de saúde mental. A tendência é que organizações que não se adaptem a essa nova realidade enfrentem maiores índices de desgaste, rotatividade e dificuldade para reter talentos mais jovens.