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Focado no treinamento de jovens de baixa renda, Instituto PROA chegará a mais dois estados em 2023
Pesquisa mostra que organização ajuda os jovens a aumentarem em 247% a chance de conseguir o primeiro emprego
Por Exame | Tempo de leitura: 2 min
(PROA/Divulgação)

O Instituto PROA é uma organização sem fins lucrativos que forma jovens de baixa renda, entre 17 e 22 anos, com ensino médio concluído em escolas públicas, conectando-os com o primeiro emprego.

Além dos estados onde já atua (SP, RJ, PE, RS e SC), a organização vai crescer em 2023, com o início da operação em Minas Gerais e no Paraná. A CEO do PROA, Alini Dal Magro, comemora mais essa conquista. “Estamos muito felizes de poder aumentar nossa relevância e transformar a vida de mais jovens no ano que vem, atingindo sete estados brasileiros”, diz Dal Magro.

“Com isso, estamos chegando cada dia mais próximo do nosso projeto de transformar a vida de 300 mil jovens.”

Uma pesquisa de impacto realizada pela empresa Plano CDE, em 2022, mostra que os jovens que realizam o curso do PROA partem de um nível de ocupação mais baixo (19% trabalhavam no ato da inscrição) e, cinco meses após a conclusão, chegam a uma taxa de ocupação de 66%, o que significa um crescimento de 247% na massa de empregados.

Além disso, o PROA aumenta em 200% a chance do jovem de conseguir emprego. O Instituto já impactou 37 mil jovens nos seus dois principais projetos: o Proprofissão, um curso híbrido de seis meses que forma programadores na Grande São Paulo ou do Grande Recife; e a Plataforma PROA, destinada para quem quer conquistar o primeiro emprego. O Plataforma PROA tem duração de três meses e acontece 100% online.

Criado em 2007 de uma iniciativa de executivos do mercado financeiro (Susanna Lemmann, Marcelo Barbará, Florian Bartunek), o PROA é financiado por 40 empresas que apoiam os projetos, como: P&G, Fundação Lemann, JPMorgan, Itaú, Oracle, Accenture, Casas Bahia, Banco Pan, BTG, Lenovo entre outras.

Para fazer a ponte entre os alunos e as empresas, o Proa tem uma equipe de empregabilidade que visita as companhias apresentando a plataforma e convidando-as a participar, abrindo vagas.

No momento, são 1,1 mil empresas parceiras que oferecem oportunidades para esses recém-formados, desde doação de cursos até vagas de emprego. Em 2022, 85% dos jovens formados conseguiram um emprego.

Susanna Lemann, uma das fundadoras do Instituto PROA, explica que o objetivo não é dar o peixe, mas ensinar a pescar.

“Queremos que os jovens aprendam conosco a dar um rumo na proa de sua vida e nunca mais dependam da gente”, diz Lemann.

“Nosso sonho é que todos os brasileiros entre 17 e 22 anos possam entrar no mercado de trabalho e em uma universidade de boa qualidade e, assim, consigam ajudar o Brasil a ser um país mais produtivo, desenvolvido e igual. Para todos nós, o projeto só é um sucesso, se os jovens conseguem um bom trabalho depois.”

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