5 macetes comprovados para parecer mais competente

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Parecer ser é tão importante quanto ser, de fato, competente. Linguagem corporal, postura e algumas atitudes contribuem para que uma pessoa tenha, por exemplo, o que os cientistas chamam de presença executiva, um fator que ajuda um profissional a ser promovido.

Pesquisas científicas mostram a influência de fatores nada relacionados a habilidades técnicas na percepção de competência que as pessoas têm, instantaneamente, umas das outras. Confira, navegando pelas imagens, algumas delas.

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[slide title=”Imagem de perfil mais distante” img_url=”http://assets1.exame.abril.com.br/assets/images/2016/7/611489/size_810_16_9_selfie.jpg” link=””] Escolha uma foto de perfil em redes sociais profissionais, como o LinkedIn, em que esteja a 1,3 metro de distância. Este posicionamento na hora de tirar a foto contribuiu para que homens fossem considerados mais competentes, confiáveis e até atraentes do que quando eram clicados a 45 centímetros de distância da lente.
As pesquisas que revelaram este fator de influência na percepção social podem ser conferidas no Public Library of Science (PLOS).[/slide]
[slide title=”Pedir conselhos” img_url=”http://assets3.exame.abril.com.br/assets/images/2011/7/35392/size_810_16_9_pessoas-web.jpg” link=””]A percepção de competência é maior em pessoas que pedem conselhos. Um estudo publicado em 2015 e realizado por pesquisadores da Harvard Business School e da Wharton School faz cair por terra o mito de que pedir ajuda é sinal de incompetência.
As pessoas consideram mais competentes aqueles que requisitam conselhos quando a tarefa é difícil, quando a ajuda é pedida pessoalmente para elas (egocentrismo) ou para experts no tema.[/slide]
[slide title=”Falar mais rápido” img_url=”http://assets1.exame.abril.com.br/assets/images/2016/7/611485/size_810_16_9_falando.jpg” link=””]Pesquisa da Brigham Young University mostra que a velocidade do discurso afeta a percepção de uma pessoa sobre um indivíduo. No estudo, 54 tipos de vozes foram gerados por computador. Cada um teve seu ritmo modificado e apresentado a juízes ora mais rápido, ora mais vagaroso.
Os participantes precisavam julgar cada um de acordo com adjetivos ligados a benevolência e competência. O levantamento estatístico revelou que a percepção em relação à competência se alterava muito mais de acordo com a velocidade da fala do que o julgamento sobre a benevolência.[/slide]
[slide title=”Não parecer muito caloroso” img_url=”http://assets1.exame.abril.com.br/assets/images/2016/7/611490/size_810_16_9_termometro.jpg” link=””]Pesquisa com 80 universitários dos Estados Unidos investigou julgamento social em duas dimensões, competência e afetuosidade.
O levantamento, publicado pelo Journal of Experimental Social Psychology, mostrou que quanto menos caloroso mais competente e vice-versa, segundo a percepção imediata das pessoas.[/slide]
[slide title=”Raspar a cabeça, para homens, ou usar maquiagem, para mulheres” img_url=”http://assets3.exame.abril.com.br/assets/images/2016/7/611486/size_810_16_9_cabeca-raspada.jpg” link=””]Um estudo realizado pela universidade da Pensilvânia mostra que homens que raspam o cabelo podem ter vantagens nos negócios, por conta do visual. A pesquisa revelou que o estilo aumenta a percepção de dominância.

Já para as mulheres, um truque visual simples é usar maquiagem, segundo estudo da Harvard University de 2011. Para a pesquisa, aquelas que estavam bem mais maqueadas foram “julgadas” mais competentes do que quem apareceu de “cara lavada”.[/slide]
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